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O que seu clube pode aprender com a Magazine Luiza

Não é novidade para ninguém que o Magazine Luiza vem se movimentando muito forte no mercado de tecnologia e inovação, adquirindo startups, inovando e formulando novos negócios. E nos últimos dias, o anúncio que chamou a atenção foi a aquisição do Jovem Nerd, a maior plataforma multimídia voltada para o público nerd e geek do País. Mas o que isso tem a ver com esporte?

Primeiro ponto é: se estamos num mercado esportivo onde a inovação é vista com resistência e de fato pouco se inova, onde iremos buscar o benchmark? Onde iremos aprender?

Muitos vão responder em mercados esportivos de fora, grandes clubes, etc. Ou ainda, em outros mercados que mais se aproximam com nosso negócio, certo? Sim, também! Mas só isso não basta. Temos que olhar o mercado como um todo, e principalmente aquelas organizações que saem do senso comum, que pensam fora da caixa.

Onde entra a Magazine Luiza?

E o Magazine Luiza é uma destas organizações! Desde o momento que lançou a “Lu”, hoje a influenciadora digital da marca, mas que foi lançada lá em 2003 como forma de humanizar o contato com público – e veja, estamos falando de 18 anos atrás onde as redes sociais mal existiam – eles já se colocavam na posição de ser, ou se tornar, uma das empresas mais inovadoras do país. E conseguiram! E sustentam essa cultura até hoje.

E aqui não quero entrar em méritos de história da empresa, cultura interna, etc. Só quero trazer os fatos que nos ajudam a tê-los como uma referência em inovação, e assim aprender com suas movimentações e ideias, que sim, podem de alguma forma ser implantadas no esporte.


Leia também no site do FootHub:

A arte do engano, por Los Futebólicos.

Biblioteca Ruy Carlos Ostermann #11 – os livros de Taynah Espinoza.

Futebol, Fórmula 1 e cultura organizacional – Parte 1, por Caio Derosso.


Vamos então aos fatos…

Em 2020 a empresa fez um total de 11 aquisições, dos mais variados negócios – desde a Estante Virtual, varejo online de livros, passando por tecnologia em publicidade – InLoco Media e Smart Hint, e chegando a finanças com a Hub Fintech. Sem falar da compra da Netshoes e CanalTech, esta última focando na construção de dados.

Essas aquisições não só atuam diretamente na estratégia da empresa em ser o maior e mais diversificado marketplace de vendas, como também em sua construção de novos negócios e branding no sentido de sair do lugar comum de venda de móveis e eletrodomésticos para a venda de consórcios, por exemplo. É quase, se de fato não acontecer, a construção de um “super app” onde o seu cliente terá tudo que precisar e desejar.

E indo mais a fundo, com a aquisição do Jovem Nerd – que produz conteúdo sobre cinema, séries, games, história e ciência, o Magazine Luiza acaba por atacar também um público muito mais jovem e diversificado, possibilitando o seu acesso por meio de outras plataformas, e ainda trazendo para dentro do seu próprio aplicativo este conteúdo, o que com certeza gera mais alcance e aumenta o tempo de uso do app pelos clientes. Ou seja, acaba por buscar também o entretenimento como uma das formas de atingir outros públicos e mais que isso, mantê-los.

E isso que eu nem entrei na questão “experiência do cliente”, que fica para um outro momento.

E qual lição fica para nós do esporte?

Sobretudo, olhar o mercado como uma grande plataforma de novos negócios, novas interações e possibilidades que não necessariamente fazem parte do seu core business, mas que estão ali para favorecer e evoluir o seu negócio, ou melhor, de todos envolvidos.

Além disso, entender que o entretenimento é uma realidade para todos os mercados que queiram, de alguma forma, atrair e manter a atenção do seu público – principalmente no mundo digital, e principalmente para o público jovem.

Mas e o dinheiro para desenvolver tudo isso? Respondo com algumas possibilidades que, por exemplo, os clubes têm: sócios, patrocinadores, programas de inovação aberta, parceiros, etc.

Em resumo, o que eu aprendi -e aprendo sempre com o Magazine Luiza, é que temos que buscar no mercado o potencial não só de inovação, mas de criatividade, que explore em vários formatos e plataformas, todos os possíveis pontos de contato com o público, oferecendo o máximo de experiência e soluções para que ele se torne cliente e se mantenha conectado com nossa marca.

Texto de Débora Saldanha.

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