CR7: uma máquina dentro e fora de campo

CR7: uma máquina dentro e fora de campo

Que Cristiano Ronaldo é um fenômeno dentro e fora de campo todos nós já sabemos. Gostando ou não do português (estamos em uma época de “Messistas” e “Cristianistas”), não há como pensar o contrário. O camisa 7 é a síntese de tudo aquilo que se exige de um extraclasse no esporte. Nas quatro linhas, faz a diferença não importa o país em que atue.

Foi assim na Inglaterra, pelo Manchester United, e, especialmente, na Espanha, pelo poderoso e multicampeão Real Madrid. É assim pela Juventus, sua atual equipe, e, obviamente, pelo Seleção Portuguesa, onde é o “dono do time” há mais de uma década. São quase 700 gols em uma história de títulos em grupo e conquistas pessoais.

Fora dos gramados, CR7 é uma marca altamente lucrativa e uma máquina de gerar receita. Na última semana, a “Velha Senhora”, como é conhecida a equipe de Turim, divulgou seu balancete anual. Mesmo com os número apontando déficit geral, apenas com a chegada de Cristiano Ronaldo houve aumento de 23% na receita em comparação à temporada17/18, o que, em valores, equivale a mais de 140 milhões de euros. Para se ter uma ideia, o salário do português é de cerca de 31mi de euros anuais e sua contratação girou em torno dos 100mi de euros. Ou seja, CR7 “se pagou” e com sobras.

Fonte de dados: AFP