Imagem ilustrativa de executivos de futebol
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Conheça os executivos de futebol que trabalham na Série A do Brasileirão

18 dos 20 times do Campeonato Brasileiro possuem profissionais designados para o cargo

Se comparado aos demais integrantes do futebol, os executivos de futebol são “peça nova” no “tabuleiro”. O cargo que surgiu há alguns anos no Brasil, está consolidado e você pode entender como trabalha este profissional aqui

Atualmente, 18 dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro possuem profissionais no cargo. Alguns deles não possuem a alcunha de “executivo” em seu cargo ou no site oficial do clube. Porém, guardadas as diferentes realidades dos clubes e demandas locais, estes sãos os nomes que ocupam estas vagas em 2021:

Sul: 

William Thomas (Athletico-PR): O profissional iniciou a carreira como preparador físico do RS Futebol. Atuou em três temporadas com o mesmo cargo no Grêmio, até chegar ao time profissional. Teve uma breve passagem pelo Guarany do Paraguay e foi contratado pelo Athletico-PR em 2013, onde assumiu o cargo de coordenador técnico na reformulação do clube. Em 2019, nova passagem pelo Santos como superintendente de futebol e, desde o ano passado, está de volta ao Furacão no cargo de executivo.

André Martins (Chapecoense): Especialista em scout e observação técnica, André assumiu recentemente a responsabilidade executiva. Na função anterior, o profissional teve passagens por Avaí, Lille-FRA, Ponte Preta, Figueirense e Athletico-PR.

Carlos Amodeo (Grêmio): O Grêmio não tem estritamente um executivo, mas Carlos Amodeo vem fazendo as funções recentemente. O CEO do Grêmio acumula as funções de um executivo, mesmo que não tenha a nomenclatura do cargo.

Paulo Bracks (Internacional): Advogado de formação, Bracks começou a carreira de executivo recentemente. Especialista em direito desportivo, foi auditor e presidente da Comissão Disciplinar do STJD. Em 2018, foi convidado pelo América-MG para ser executivo das categorias de base do clube mineiro.Um ano depois, foi alçado ao time profissional, onde ficou por duas temporadas antes de ser contratado pelo Inter em 2021.

Marcelo Barbarotti (Juventude): Formado em Educação Física e Gestão do Esporte, Barbarotti, já passou por diversos clubes das divisões inferiores como executivo e agora tem seu primeiro trabalho na Série A. Antes de assumir o Ju, ele havia trabalhado no CSA, Mirassol, Ponte Preta, Grêmio Novorizontino e Rio Preto.

Sudeste:

Armando Desessards (América-MG): Contratado na atual temporada para substituir Paulo Bracks, que acertou com o Inter. Ex-zagueiro, o gaúcho iniciou a carreira fora das quatro linhas em 1993, quando foi coordenador da base do Inter. Mais de 20 anos depois, em 2014, assumiu como executivo das categorias de base do Criciúma. Em seguida, teve passagens por Brasil de Pelotas e Ceará.

Rodrigo Caetano (Atlético-MG): Contratado em 2021 pelo Galo, Rodrigo Caetano é um dos executivos mais experientes no mercado. Começou no RS Futebol como Superintendente de Futebol e desde 2005 trabalha como executivo nos maiores clubes do Brasil: Grêmio (2005 a 2008), Vasco (2009 a 2011 e depois 2014), Fluminense (2012 e 2013), Flamengo (2015 a 2018), Inter (2018 a 2020) e agora no Atlético-MG. Pioneiro na área, Caetano também foi presidente da Associação Brasileira dos Executivos de Futebol.

Thiago Scuro (RB Bragantino): Scuro é um executivo especialista em “clubes empresa” no Brasil. Afinal, ele trabalhou por quase uma década à frente do Audax como executivo. Depois disso, virou diretor esportivo do RB Brasil entre 2013 e 2015. Teve uma breve passagem pelo Cruzeiro e, desde de 2017, integra o projeto do RB Bragantino.

Alessandro Nunes (Corinthians): O ex-lateral-direito começou na carreira como coordenador de futebol do Timão em 2015, logo após pendurar as chuteiras. Desde que Edu Gaspar assumiu um cargo na CBF, ele galgou espaço e hoje atende sob a alcunha de gerente de futebol do clube.

Anderson Barros (Palmeiras): Formado em Educação Física e bacharel em Direito, Barros trabalha há mais de 20 anos no meio. Iniciou a carreira em 2004, no Flamengo. Depois passou por Figueirense, Botafogo (duas vezes), Bahia, Vitória, Coritiba e Vasco.

Jorge Andrade (Santos): Formado em Administração de Empresas, o gaúcho começou sua carreira como executivo das categorias de base em 2009, no Inter. Ele também foi diretor do departamento de futebol do Athletico-PR. Voltou a trabalhar por um período de sete anos na base colorada antes de, também na base, passar pelo Figueirense. Desde 2019 está no Santos.

Rui Costa (São Paulo): O advogado começou sua carreira no esporte no departamento jurídico do Grêmio. Em 2012 foi lançado pelo então presidente Fábio Koff e virou executivo no Tricolor, onde ficou por quatro temporadas. Depois, passou por Chapecoense, Athletico-PR e Atlético-MG. Ele foi contratado pelo São Paulo na atual temporada.

Bruno Spindel (Flamengo): Mais um jovem profissional, mas que já está há oito anos no clube, Spindel rodou pelas mais diversas áreas do clube até chegar ao status de executivo. Antes disso, ele foi gerente de marketing, diretor de marketing e CEO. Desde 2019, assumiu como executivo do futebol profissional.

Centro-oeste: 

Cuiabá (Leandro Dresch): O Cuiabá foi fundado em 2001, como um projeto do ex-jogador Gaúcho como um clube-empresa, e começou a jogar campeonatos profissionais em 2003 – já nas duas primeiras temporadas foi campeão mato-grossense. Em 2007 e 2008, por problemas financeiros, não conseguiu disputar torneios profissionais e em 2009 foi comprado pela família Dresch. Sob o controle da família, o time foi sete vezes campeão estadual e bicampeão da Copa Verde, além de ter subido pela primeira vez a Serie A do Brasileiro.

Nordeste: 

Lucas Drubscky (Bahia): Formado em Direito, o mineiro começou a carreira com uma breve passagem pelo Atlético-MG em 2014. Depois, migrou para o rival Cruzeiro onde trabalhou como supervisor de futebol. Em 2019 foi contratado para o mesmo cargo no Sport e alçado à executivo oito meses depois. Em janeiro deste ano foi contratado pelo Bahia. É o executivo mais jovem da Série A com apenas 29 anos.

Jorge Macedo (Ceará): Macedo começou a carreira no Inter, como coordenador das categorias de base, cargo que ocupou por 14 anos. Em 2011, foi contratado para exercer as funções de executivo no Fluminense. Em 2014, foi novamente contratado pelo Inter, agora nesta mesma função e ficou por dois anos. Depois disso, retornou ao Fluminense, mais uma vez ao Colorado, Vitória e, desde 2019, está no Ceará.

Sérgio Papelin (Fortaleza): Aos 63 anos, Papellin tem uma identificação muito forte com o Leão. Contratado nesta passagem em 2017, ele já tinha passado pelo clube entre 2004 e 2007 como gerente de futebol e também entre 2009 e 2010 como superintendente de futebol. Neste meio tempo, também trabalhou como executivo em clubes como Luverdense, Cuiabá, América-RN, Remo e Paysandu.

Norte: 

Atualmente não há nenhum time do norte do país na Série A do Campeonato Brasileiro. Mas, o Clube do Remo, vice-campeão da Copa Verde 2020, tem executivo de futebol na sua diretoria. 

Texto: Equipe FootHub

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